Desempenho do Emprego no Rio de Janeiro
O estado do Rio de Janeiro encerrou o ano de 2025 figurando como o segundo maior gerador de empregos formais no Brasil. De acordo com informações do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), reveladas nesta quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o estado criou 100.920 novas vagas com carteira assinada ao longo do ano.
No contexto regional, o Rio de Janeiro ocupa a segunda posição no Sudeste, superado apenas por São Paulo, que lidera a lista de criação de empregos.
Vagas de Qualificação em Alta
Recentemente, a Faetec anunciou a abertura de mais de 37 mil vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional, um reflexo do compromisso em aumentar as oportunidades de emprego no estado.
Saldo Positivo em Todas as Regiões
Um levantamento realizado pelo Observatório do Trabalho, vinculado à Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, revelou que todas as oito regiões do estado apresentaram saldo positivo em termos de emprego em 2025. Os municípios que mais se destacaram nesse crescimento foram: Rio de Janeiro, Macaé, Duque de Caxias, Angra dos Reis, Seropédica, São Gonçalo, São João de Meriti e Itaboraí.
Setores em Expansão e Perfil dos Trabalhadores
Os dados do Novo Caged apontam que todos os setores da economia fluminense registraram um aumento no número de vagas ao longo do ano. Os setores mais expansivos foram os de Serviços, Comércio, Indústria e Construção.
Quando analisamos o perfil dos trabalhadores contratados, observamos que a maioria das admissões ocorreu entre jovens de 18 a 24 anos, além de que pessoas com Ensino Médio completo foram as mais demandadas. Outro ponto relevante é que as mulheres representaram mais de 50% do total de postos de trabalho formais no estado.
Perspectivas do Governo
O governador Cláudio Castro atribui o bom desempenho do mercado de trabalho a resultados concretos que impactam diretamente a economia fluminense, uma vez que ampliam a renda e fortalecem o consumo local. Luiz Martins, secretário de Trabalho e Renda, enfatizou a importância da continuidade das ações voltadas à empregabilidade e à aproximação entre trabalhadores em busca de emprego e as vagas disponíveis.
Esses números não apenas reforçam o papel do estado no mercado formal de trabalho, mas também solidificam a posição do Rio de Janeiro como um dos principais polos de geração de emprego no país.

