Feriado Musical em Miguel Pereira
O Circuito Sesc Jazz & Blues 2026 continua sua jornada pelo interior do Rio de Janeiro e fará uma parada especial em Miguel Pereira, entre os dias 18 e 21 de abril. O evento acontecerá no Palco Calçadão do Grawatta e oferece uma programação gratuita, ideal para aqueles que desejam desfrutar do clima agradável da serra acompanhado de boa música. A agenda musical reúne tanto artistas consagrados quanto novas promessas do jazz, blues e de outros estilos da música instrumental.
Na abertura do evento, no dia 18, o DJ Breno irá animar o público, seguido pelas apresentações do Terramar Blues e do emocionante encontro entre a americana Lo Steele, uma nova voz do blues em sua turnê pelo Brasil, e o talentoso Igor Prado, um veterano do gênero no país. No dia seguinte, 19, a programação traz a Roda de Blues e a performance de Jefferson Gonçalves, um reconhecido nome na gaita blues no Brasil, que se juntará ao Bitencourt Duo. O dia ainda contará com uma apresentação especial da cantora Claudette King, filha do icônico B.B. King, acompanhada pela Bruno Marques Band, unindo tradição e inovação ao revisitar o legado do blues.
Um Cardápio Musical Diversificado
No dia 20, destaque para o encontro entre Dudu Lima, Márcio Bahia e Leandro Scio, que estarão acompanhados do convidado especial Carlos Malta, em uma apresentação repleta de improvisação e a força da música instrumental brasileira. A noite ainda reserva uma performance do Mark Lambert Quartet, apresentando o projeto “Beatles em Jazz”, além dos shows de Lady Trucker e The Simi Brothers, que trarão uma visão contemporânea do blues.
A programação será encerrada no dia 21 com o retorno do DJ Breno, seguido pelo Gabriel Grossi Trio com o espetáculo “Re Disc Over” e a banda Alma Folk, que promete ampliar o diálogo do circuito com diferentes sonoridades, proporcionando um fechamento memorável para o evento.
Com quatro dias de atividades, a etapa de Miguel Pereira sublinha o compromisso do Circuito Sesc Jazz & Blues com a democratização do acesso à cultura, a formação de novos públicos e o fortalecimento da economia criativa nas cidades do interior fluminense. Este período, ideal para o turismo, convida tanto moradores quanto visitantes a vivenciarem uma experiência única no feriado ao som de música de qualidade ao ar livre.
Uma Trajetória de Sucesso e Inclusão
Durante três meses, o Circuito passará ainda por outros locais, como Búzios, Casimiro de Abreu e Rio de Janeiro, no recém-reinaugurado Teatro Sesc Ginástico. Um dos momentos mais esperados é a etapa de Rio das Ostras, que ocorrerá durante o feriadão de Corpus Christi, consolidando-se como o maior festival de jazz e blues da América Latina. Após Miguel Pereira, o Circuito seguirá para Búzios (1 a 3 de maio), Barra de São João (15 a 17 de maio), Rio de Janeiro (26 e 27 de maio), e Rio das Ostras (4 a 7 de junho), além de Petrópolis (9 e 10 de junho) no Centro Cultural Sesc Quitandinha (CCSQ), finalizando em Ipiabas (19 a 21 de junho), ampliando sua presença em diversas regiões do estado.
Apresentado pelo Sesc RJ e com a produção da Azul Produções, o Circuito Sesc Jazz & Blues reafirma seu papel em 2026 como uma das principais plataformas de difusão do jazz, blues e música instrumental no Brasil, alinhando-se às políticas de democratização do acesso à cultura e formação de público.
“Mais do que uma sequência de shows, o Circuito Sesc Jazz & Blues é um projeto de circulação cultural gratuito, comprometido com a sustentabilidade e a democratização cultural. Ao levar música de excelência para diversas localidades, promovemos o acesso à cultura, dinamizamos a economia local e ampliamos o diálogo entre artistas e público”, declara Stenio Mattos, diretor da Azul Produções e um dos produtores do Circuito Sesc Jazz & Blues.
Inspirado na trajetória do Rio das Ostras Jazz & Blues, o Circuito se estabelece como uma iniciativa que articula cultura, turismo e desenvolvimento econômico. Com programação gratuita em diferentes cidades, o projeto também contribui para a redução da sazonalidade turística, geração de renda e valorização dos territórios, além de fomentar a cadeia produtiva da música e da economia criativa.

