Perfil da disputa para senador no Rio de Janeiro
A corrida para o Senado Federal pelo Rio de Janeiro já tem nomes que despontam nas intenções de voto. benedita da silva, do PT, aparece na frente, segundo as pesquisas eleitorais recentes, que apontam ainda uma disputa acirrada entre Carlos Jordy (PL), Carlos Portinho (PL) e Marcelo Crivella (Republicanos). Essas informações são essenciais para compreender a dinâmica da eleição de 2026, na qual serão escolhidos dois senadores por estado.
O mandato de senador dura oito anos, e a escolha é feita de forma escalonada: a cada eleição, um terço (27 cadeiras) ou dois terços (54 cadeiras) do Senado são renovados. No pleito de 2026, os eleitores terão o direito de votar em dois candidatos para senador, o que exige que as pesquisas considerem tanto a intenção para a primeira vaga quanto para a segunda, além da combinação dos dois votos.
Resultados recentes do Datafolha
O levantamento do Datafolha, divulgado em 11 de setembro, ouviu 1.204 pessoas entre 8 e 10 de setembro, com margem de erro de 3 pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RJ-09217/2026. Encomendado pela TV Globo e Folha de S.Paulo, o estudo custou R$ 130 mil.
No cenário combinado, Benedita da Silva (PT) lidera com 18% das intenções de voto. Logo atrás, estão Carlos Jordy (PL) e Carlos Portinho (PL), ambos com 10%, seguidos por Pedro Paulo (PSD) e Marcelo Crivella (Republicanos), cada um com 7%. Outros candidatos como Monica Benicio (PSOL) e Waguinho (Republicanos) aparecem com percentuais menores, ao lado de nomes como Luciano Mattos (PRTB), Vinicius Benevides (UP) e Paula Falcão (PSTU), que apresentam 1% cada.
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Na disputa pela primeira vaga, Benedita da Silva tem 30% da preferência, enquanto Carlos Jordy aparece com 12%, Carlos Portinho com 9%, Marcelo Crivella com 8% e Pedro Paulo com 6%. O índice de indecisos é de 9%, e 15% afirmam que votarão em branco, nulo ou em nenhum candidato.
Para a segunda vaga, Carlos Portinho lidera isoladamente com 11%. Em seguida, Pedro Paulo, Carlos Jordy e Monica Benicio estão tecnicamente empatados, cada um com 9%, e Benedita da Silva registra 8%. O índice de indecisos sobe para 16%, com 21% declarando voto em branco, nulo ou nenhum candidato.
Pesquisa Quaest reforça liderança de Benedita da Silva
Outra pesquisa, realizada pela Quaest e divulgada em 8 de setembro, reforça a liderança de Benedita da Silva (PT) na combinação dos votos, com 15%. O levantamento ouviu 1.302 pessoas entre 4 e 7 de setembro, também com margem de erro de 3 pontos percentuais e registro no TSE sob o número RJ-04768/2026. Encomendado pela TV Globo, custou R$ 158,8 mil.
Marcelo Crivella (Republicanos) aparece em segundo lugar com 8%, seguido por Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Carlos Portinho (PL), todos com 6%. Monica Benicio (PSOL) tem 4%, e outros candidatos, como Waguinho (Republicanos), Comandante Ribeiro Afonso (Democrata), Paula Falcão (PSTU), Michelly Xavier (UP), Helio Secco (Missão), Vinicius Benevides (UP) e Luciano Mattos (PRTB), aparecem com percentuais inferiores ou nulos.
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Na disputa pela primeira vaga, Benedita da Silva lidera com 23%, seguida por Crivella (11%), Jordy (8%), Pedro Paulo (6%) e Portinho (5%). Os indecisos somam 19%, e 20% afirmam que votarão em branco, nulo ou não irão votar.
Para a segunda vaga, Carlos Portinho lidera com 7%, seguido de perto por Benedita da Silva, Monica Benicio, Pedro Paulo e Jordy, todos com 5% ou 6%. Os indecisos chegam a 28%, e 30% declaram voto branco, nulo ou abstenção.
Perspectivas para a eleição e próximos passos
Essas pesquisas mostram a complexidade da disputa pelo Senado no Rio de Janeiro, com Benedita da Silva (PT) mantendo vantagem, mas com múltiplos candidatos tecnicamente empatados nas intenções para a segunda vaga. Os índices elevados de indecisos e votos em branco ou nulo indicam que o cenário pode evoluir até o pleito de 2026.
Luciano Mattos (PRTB), Vinicius Benevides (UP) e Paula Falcão (PSTU) aparecem com percentuais baixos, mas sua presença pode influenciar alianças e estratégias nas próximas etapas da campanha. O movimento das candidaturas e a articulação política serão decisivos para consolidar os nomes que efetivamente vão ocupar as cadeiras do Senado Federal pelo Rio.

