Aprovação do Governador Interino Ricardo Couto no Rio de Janeiro
Pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgada em 4 de junho revela que 51,8% dos eleitores do Rio de Janeiro aprovam a administração do governador interino Ricardo Couto. Por outro lado, 38,2% dos entrevistados desaprovam sua gestão, enquanto 10% não souberam ou preferiram não opinar.
Classificação da Gestão e Perfil da Pesquisa
O levantamento aponta que 34,4% dos eleitores consideram a gestão de Ricardo Couto como boa ou ótima. Em contrapartida, 27,4% a definem como ruim ou péssima, e 30,1% a classificam como regular. Outros 8,1% não souberam ou não opinaram sobre a administração.
O Paraná Pesquisas entrevistou 1.680 eleitores no estado entre os dias 1º e 3 de junho. A margem de erro do estudo é de 2,4 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O registro oficial da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral é RJ-05645/2026.
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Contexto Político e Governança no Palácio Guanabara
Ricardo Couto, desembargador e presidente do Tribunal de Justiça do Rio, assumiu o governo estadual em caráter interino desde março, após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro (PL). A vacância dupla no governo ocorreu porque o vice-governador Thiago Pampolha já havia renunciado em 2025 para ocupar uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.
Além disso, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) enfrenta turbulências políticas. O ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União), foi afastado do cargo em dezembro, está preso preventivamente e teve seu mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Imbróglio no Supremo Tribunal Federal sobre Eleição para Mandato-Tampão
O Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não definiu o rito da eleição para o mandato-tampão de governador do Rio. Em abril, o ministro Flávio Dino pediu vista e suspendeu o julgamento que discute as regras desse pleito.
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Até o momento, quatro ministros — Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Cármen Lúcia — defendem que a escolha do governador interino seja feita por eleição indireta, com voto secreto na Alerj. Já o ministro Cristiano Zanin argumenta que a eleição deve ser direta, com voto popular.

