Calafiori aposta na cultura carioca durante pausa na carreira
Ricardo Calafiori, zagueiro do Arsenal e da seleção italiana, vive intensamente o Rio de Janeiro mesmo após a eliminação da Itália na repescagem da Copa do Mundo. Enquanto a Azurra acompanhava o torneio distante, o jogador aproveitou para desfrutar da cultura local, sendo visto em uma tradicional roda de samba no Beco do Rato, na Lapa, um dos pontos mais icônicos da boemia carioca.
Com uma camisa oficial do espaço, Calafiori mostrou seu gosto pelo samba, acompanhando o ritmo com palmas e seu próprio gingado, mesclando a tradição italiana com a alma brasileira. Na segunda-feira, ele esteve em outra casa emblemática do samba no Rio: o clube Renascença, na Tijuca, conhecido pelo Samba do Trabalhador. Lá, o defensor surpreendeu ao pedir clássicos do samba, como “Tá Escrito”, do Grupo Revelação, e “O Show Tem que Continuar”, do Fundo de Quintal, além de soltar a voz na roda.
Ligação forte com a cultura brasileira
Essa relação de Calafiori com o Brasil vai além dos momentos de lazer. Ainda durante a recuperação de uma lesão no Arsenal, o jogador dedicou parte do tempo ao aprendizado do português, que se tornou a quarta língua em seu repertório, demonstrando interesse genuíno pela cultura local. A influência brasileira também se manifestou publicamente quando, após a classificação do Arsenal para a final da Liga dos Campeões, Calafiori escolheu “Tá Escrito”, do Grupo Revelação, para celebrar a conquista, surpreendendo jornalistas ingleses.
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Essa conexão é reforçada pela convivência com brasileiros no Arsenal, como Gabriel Magalhães, que elogia a dedicação do jogador à música e ao idioma do país. Agora, de férias na América do Sul, Calafiori também aproveitou para visitar Buenos Aires, antes de retornar ao Rio.
Entre samba e futebol: a rotina carioca do zagueiro
No dia em que o Brasil entrou em campo, Calafiori seguiu explorando as ruas da cidade maravilhosa. No início da tarde, publicou um story no centro do Rio, onde admirava um músico anônimo tocando cavaquinho, mostrando sua imersão na cultura local. A interação com Jorginho, meia do Flamengo e companheiro na seleção italiana, também chamou atenção, com o jogador brincando sobre “trazer o samba para o Mengão” após a aparição de Calafiori no clube Renascença.
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Assim, mesmo fora dos gramados da Copa, Ricardo Calafiori mantém uma relação próxima com o Brasil, aproveitando suas férias para fortalecer laços culturais e desfrutar do ritmo carioca.

